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Era da magiaEditar

Este é um tempo onde a magia se faz o foco de tudo que acontece de importante e onde a luta pelo poder maior da magia está acima da razão e da fé.

Linha do TempoEditar

Esta é uma cronologia resumida apenas para orientar os mestres e jogadores a respeito dos fatos históricos.


Fatos HistóricosEditar

Ano 1 - A descoberta do grande círculoEditar

Contado no capítulo geral da história

Ano 2 - A busca por novas pedrasEditar

Com a descoberta que cada pedaço do círculo guardava um poder, a notícia se espalhou pelo mundo e logo pessoas de toda a parte começaram uma busca frenética para encontrar alguns dos pedaços do grande círculo.

Muitos morreram ou mesmo nada encontraram. Eram poucos que tinham a sorte grande de achar um desses pedaços. Logo havia se formado uma guerra pelos fragmentos do grande círculo. Pessoas morriam e matavam em prol de obter as pedras para si.

Ano 6 - O surgimento dos antigos reinosEditar

Passado-se 4 anos de intensa guerra, cada raça procurou delimitar o seu terreno, de forma a impedir que membros de outras raças invadissem seu território e assim pudessem buscar as pedras mais facilmente. Foi então que começaram a surgir os antigos reinos.

Neste período, os que haviam encontrado as pedras, podiam passar a estuda-las e a aprender melhor como usar o poder que continha em cada uma.

Ano 10 - A guerra das raçasEditar

Apesar das fronteiras definidas, isso não impediu que aventureiros invadissem os outros reinos em busca das tão sonhadas pedras mágicas. Essas invasões foram aumentando e a medida que elas eram mais freqüentes, a diplomacia entre os reinos se tornava mais frágil.

Foi então que um elfo conseguiu invadir a fortaleza dos anões e roubar uma das pedras que já estava em poder dos anões. Neste instante, uma grande guerra se formou entre anões e elfos. Os humanos por sua vez, decidiram ajudar os anões, mas o que queriam na verdade eram as próprias pedras. O exército de humanos e anões era muito superior ao dos elfos e facilmente ia vencendo as batalhas e dizimando o povo elfico. Os elfos tentavam usar o poder das pedras, mas ainda não o conheciam suficientemente para poder deter esse grande exército inimigo.

Quando os humanos já estavam bem próximos de conseguir chegar nas pedras dos elfos, eles são obrigados a recuar para defender o seu reino de um ataque dos Lagartus. A partir de então, a guerra das raças se estabeleceu em Irnamil por muitos anos.

Ano 326 - Tempos de PazEditar

A guerra entre as raças perdurava já há muitos anos e nunca com um vencedor claro. Sempre que uma raça estava a se sobrepor às demais, elas faziam aliança para derrubar a mesma. A guerra parecia não ter mais fim, as aldeias praticamente já não mais existiam, todos que nasciam, já nasciam para a guerra e já sabiam que não viveriam por muito tempo. Gerações iam se passando e o motivo da guerra ia ficando no esquecimento. Até que os líderes das 5 grandes raças decidem fazer um tratado de paz. Esse acordo deveria durar 100 anos para que os povos pudessem reconstruir suas casas e famílias e pudessem ter uma vida normal. Neste tratado, se alguém fosse pego invadindo as terras de outra raça, poderia ser castigado como os habitantes daquele lugar achassem melhor.

Aos poucos os povos iam mudando seus hábitos e passaram a voltar a plantar e aos trabalhos artesanais. Voltaram a ter uma vida social e seus pensamentos começaram a mudar ao verem o quão era melhor a paz.

Ano 370 - A Criação dos Colégios de MagiaEditar

Com o estado de paz, os estudiosos das pedras começaram a estudar mais a fundo os poderes das pedras e aprenderam a manejar esse poder mais facilmente. A estes estudiosos, foi dado a denominação de magos, por saber usar a magia que havia dentro de cada pedra.

A medida que os estudos iam se aprofundando, os humanos notaram que as pedras continham mais poderes do que eles sabiam usar e que os Elfos e os noturnus iam se aprimorando cada vez mais e deixando os humanos para trás. Percebendo também que cada pedra trazia um poder diferente, os humanos instituíram os Colégios de Magia.

Cada Colégio de Magia, passava a ser detentor de uma das pedras e nele os mais sábios ensinavam aos novos e com isso a magia ia se difundindo. Então no ano de 370, os humanos apresentam essa idéia aos elfos e oferecem vagas em seus colégios e em troca, outros humanos iam aprender as magias dos colégios controlados pelos elfos que eles viriam a criar.

A idéia dos Colégios foi agradável não só para os elfos, mas para as outras raças que também criaram os seus e passaram a fazer o intercâmbio de alunos.

No início, os estudantes não podiam sair dos colégios, por causa das antigas leis que criaram um preconceito enorme contra os de outra raça.

Ano 410 - Novos TemposEditar

Mas os anões que tinham por hábito de serem bons comerciantes, instituíram uma mudança nas suas leis, dando livre passagem para todos de qualquer raça em suas terras. Com isso, outras raças acabaram se vendo na obrigação de abrirem seus portões também. Uns com mais liberdade e outros com menos, mas era o começo de um novo tempo. Do tempo de mistura de raças e culturas.

Aos poucos, os reis deixaram de ser reis das raças para serem reis de povos. Essa mudança se deu principalmente nas terras humanas que eram mais acessíveis e vastas e o seu povo mais acolhedor.

Ano 915 - Os Colégios de MagiaEditar

Passados um pouco mais de 500 anos, já não eram mais os reis que detinham o poder, mas sim os colégios de magia.

Com o passar dos anos e o desenvolvimento da magia, os colégios mágicos começaram a ter uma importância muito grande. Os colégios passaram a ter uma grande influência no povo e com isso os reinos passaram a precisar do apoio dos colégios para alcançar mais facilmente o que queriam com o povo. Os colégios haviam virado uma espécie de conselheiro para os reinos. Cada colégio nomeava um representante para auxiliar os governantes e com isso iam conseguindo cada vez mais espaço sem os reinos perceberem.

Passados alguns anos, os colégios estavam tão autônomos, que possuíam suas próprias leis. Funcionavam de forma independente e tinham total independência em suas terras. Mas aos poucos essa autonomia começou a incomodar os governantes, quando pessoas começaram a se refugiar dentro dos colégios e eles não podiam invadir para prender essas pessoas.

Os governantes começaram a se mover para tentar derrubar a independência que os colégios haviam adquirido, mas estes foram mais rápido e formaram o Conselho dos Cinco. Este conselho era formado pelos líderes dos 5 maiores colégios e através dele, conseguiram impor sua vontade e mantiveram a situação como estava. Os reis estavam sem forças e sua imagem desgastada diante da população e acabaram cedendo a vontade do Conselho dos Cinco, desde que esses não mais interferissem nos assuntos dos reinos e estes não interfeririam no assunto dos colégios.

O Conselho dos Cinco passou a ser uma força que tratava de como a magia era conduzida em Irnamil, quem poderia aprender e que tipos de magia. Todos os colégios passaram a seguir o Código de Conduta dos Colégios de Magia, que foi criada por este conselho.

Para evitar desentendimentos, entre os colégios, a cada 5 anos, mudavam os membros do Conselho dos Cinco, sendo que os colégios não poderiam ter representantes eleitos por mais de 3 períodos consecutivos. Isto garantia com que os interesses de todos fossem ouvidos e a magia se mantivesse em ordem e segura.

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